Durante as trevas meu caminho se mostra tortuoso
Diante da luz meus desafios se apresentam monstruosos.
Altos troncos, ilustre copa, arvores centenárias que já viram tantos em desespero, mas a mim não verá cair primeiro, aquele que fez de escudo o próprio coração.
Rachado, apagado, porem continuo a seguir mesmo que quebrado, não tenho direito a descansar mesmo que minhas batalhas fiquem a me reservar, espada de alma que combate a solidão, armadura de sofrimento que brilha afugentando a vastidão, não vejo viva alma mesmo diante dos tempos que fiquei a trilhar, tão tolo fui eu quando fiquei a esse desafio aceitar, acreditava que a força em mim iria esse inimigo subjugar, e a cada dia que passa mais forte preciso ficar, não pelo lúdico desse desafio enfrentar, apenas e somente apenas para mais uma noite nessa floresta enfrentar, me lembro a tempos atrás de um castelo abandonado avistar dentro dele tinha um trono que seu portador não estava lá.
Fui até as masmorras lá encontrei gritos selvagens de ódio e desolação, aquilo aflorou meu medo mais que a compaixão, uma criatura funesta presa em correntes de forte magia até mesmo um monstro sucumbe diante da referida pressão.
Ansiando pelo momento de libertação, o que se via em seus olhos era apenas o desejo por destruição, a besta selvagem em pele de homem será que tal besta poderia me enganar ou a vida mais cruel que o próprio terror, ela tentou cruelmente me mostrar aquilo que vejo?
Será que poderia ser o futuro que eu posso encontrar ou uma contra-parte que a tempos longínquos lutei para aprisionar o arauto da dor, do medo e da desolação estando tu livre trará ao mundo sua precoce destruição?
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